CPA

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Uma das etapas dos processos de avaliação nos Cursos da FUCAMP é a avaliação dos professores, coordenadores, IES (estrutura física, biblioteca, laboratórios, gestão acadêmica, etc.). A avaliação é realizada a cada semestre, por meio de uma pesquisa quantitativa e qualitativa, complementada por avaliações qualitativas feita com os representantes de turmas.

A pesquisa tem por objetivo identificar pontos fortes e fracos em relação a aspectos pedagógicos e administrativos, sendo que os professores e coordenadores podem utilizar seus resultados para a reflexão, discussão nas turmas e correção de estratégias adotadas em aula. Além do mais, são elaboradas as Ações Acadêmico-Administrativas em função dos resultados obtidos nas respectivas avaliações.

É normalmente conduzida pela CPA – Comissão Própria de Avaliação, responsável pelo processo geral de auto-avaliação na Faculdade.

Compete à CPA

  • Elaborar o Projeto de auto-avaliação institucional a ser implementado no primeiro ciclo de avaliação estabelecido pela Resolução CONAES/2005;
  • Implementar as atividades necessárias à sensibilização da comunidade para a importância da avaliação institucional e sua integração com a missão da Faculdade;
  • Prestar as informações solicitadas pelo INEP, além de elaborar e enviar no prazo previsto, o relatório de Avaliação Interna estabelecido na Resolução CONAES – nº 1/2005;
  • A Avaliação Interna utilizará dos levantamentos das informações feitas por meio de respostas de questionários e avaliará também as variáveis e os indicadores relativos ao Ensino, Pesquisa e Extensão e infra-estrutura, coletados dos documentos institucionais, do Cadastro Institucional do INEP e do Censo do Ensino Superior;
  • Buscar uma efetiva participação e envolvimento de toda a Comunidade acadêmica, que o levará à implantação de uma cultura de avaliação, que possibilitará uma maior conscientização dos participantes sobre a missão e a finalidade acadêmica, política e social da Instituição.

Os resultados da Autoavaliação serão divulgados para toda a comunidade, por intermédio do Relatório Final.

Os processos avaliativos internos e externos darão subsídios para a formulação de diretrizes de ação para a gestão da Instituição, visando assim um processo contínuo de melhoria da qualidade institucional. Tem por objetivo identificar as fragilidades e as potencialidades da Instituição nas dez dimensões previstas em lei. A autoavaliação é um importante instrumento para a tomada de decisão e dela resultará um relatório abrangente e detalhado, contendo fragilidades, potencialidades e tópicos de providências a serem tomadas.

Portanto, a avaliação interna é um processo contínuo, por meio do qual a IES constrói conhecimentos sobre sua própria identidade.

Orientações do MEC

Acompanhe a seguir uma breve descrição sobre os cinco atos autorizativos de cursos e instituições:

Instituições

Credenciamento: para iniciar suas atividades, as instituições de ensino superior devem ser credenciadas pelo Ministério da Educação. O credenciamento é feito a partir da análise dos documentos apresentados e avaliação da infraestrutura da instituição. De acordo com sua organização acadêmica, as instituições de ensino superior são credenciadas como universidades, centros universitários ou faculdades. Em relação à categoria administrativa, as instituições podem ser públicas (vinculadas aos governos federal, estadual ou municipal) ou privadas.

Recredenciamento: periodicamente, ao final de cada Ciclo Avaliativo, as instituições devem solicitar a renovação de seu credenciamento junto ao MEC. Além da avaliação documental, o processo de recredenciamento leva em conta os indicadores de qualidade resultantes dos processos de avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes).

Cursos

  • Autorização: quando uma faculdade deseja abrir um novo curso, precisa requerer autorização ao MEC. Na análise, o Ministério avalia a organização didático-pedagógica, o corpo docente e técnico-administrativo e as instalações físicas. Universidades e centros universitários, que são instituições com autonomia, não precisam requerer autorização (exceto para os cursos de Medicina, Odontologia, Psicologia e Direito, que necessitam de autorização prévia, e cursos que funcionarão em campi situados fora do município-sede da instituição).
  • Reconhecimento: quando a primeira turma do novo curso completa entre 50% e 75% de sua carga horária, a instituição deve solicitar seu reconhecimento ao MEC. É feita então uma segunda avaliação para verificar se foi cumprido o projeto apresentado para autorização. Todos os cursos devem ser reconhecidos pelo MEC. O reconhecimento de curso é condição para a validade dos diplomas emitidos.
  • Renovação de reconhecimento: essa avaliação é feita de acordo com o ciclo do Sinaes, ou seja, a cada três anos. Na análise, o MEC considera os resultados obtidos pelo curso nas avaliações. Cursos que obtiverem Conceito Preliminar de Curso 1 ou 2 serão avaliados in loco. Se o conceito insuficiente for confirmado pela avaliação in loco, o MEC poderá dar início a processo de supervisão.

Composição da Comissão Própria de Avaliação

  • Coordenadora: Doutora Cristina Soares de Sousa
  • Coordenador-suplente: Mestre  Heber Junio Pereira Brasão
  • Representante dos docentes: Mestre Roselaine da Chagas
  • Representante dos docentes- suplente: Mestre Kelma Gomes Mendonça Ghelli
  • Representante dos discentes: Brenda Lara Castro Moreira
  • Representante dos discentes- suplente: Adriana Aparecida Braz Bonifácio
  • Representante Técnico administrativo: Denise Alves Cocco
  • Representante Técnico administrativo- suplente: Neivia Elisângela Rodrigues Costa
  • Representante da Sociedade Civil Organizada: Paulo Roberto Amaral Lima

Relatórios