CLASSIFICAÇÃO E MONITORAMENTO DE MIOPATIAS EM CARCAÇAS DE FRANGO EM ABATEDOURO

DUANE DE ALMEIDA DOS SANTOS, LARYSSA FREITAS RIBEIRO

Resumo


A produção avícola vem sendo reconhecida pela eficiência entre os recursos tecnológicos empregados no processo e o volume de proteína produzida. No entanto, a avicultura de corte enfrenta vários desafios devido ao aumento acentuado da demanda global por proteínas animais de alta qualidade. Desta forma, a necessidade de resolver o problema associado à alta incidência de distúrbios metabólicos, como miopatias, tem atraído enorme atenção do setor. Atualmente o distúrbio conhecido como Peito Amadeirado está emergindo em uma escala global e tem sido descrito como uma rigidez extrema do músculo peitoral por uma degeneração muscular extrema. Esta alteração fenotípica do músculo peitoral está associada a graus variáveis de severidade compreendendo alterações sensoriais, tais como: cor pálida, hemorragia superficial e listras brancas. Embora a etiologia do distúrbio ainda não seja totalmente conhecida, vários estudos especularam fatores potenciais para a ocorrência do peito amadeirado, incluindo hipóxia muscular localizada, estresse oxidativo e o aumento dos níveis de cálcio intracelular No entanto, no ano de 2019, foi implantada no país a definição e classificação de miopatias para fins de aplicação do artigo 175 do Decreto 9.013, de 29/03/2017, o qual estabelece definições a serem observadas pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF) junto aos abatedouros frigoríficos de aves registrados no DIPOA/SDA e ainda estabelece os procedimentos que devem ser adotados pelos auto controles dos abatedouros frigoríficos. Logo, no ano de 2020 o OFÍCIO-CIRCULAR Nº 23/2020/CGI/DIPOA/SDA/MAPA substituiu as orientações encaminhadas pelo Oficio Circular nº 17/2019/CGI/DIPOA/SDA/MAPA, de 13/12/2019.

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ISSN: 2238-4405