NAS ENTRELINHAS DA FICÇÃO: O SER-PARA-A-MORTE EM A HORA DA ESTRELA

Thiago Sitoni Gonçalves, Caio Cezar Pontim Scholz

Resumo


A morte na literatura é problematizada nesta pesquisa, visto que, a finitude tem modificado dimensões do humano no entorno de suas verdades, construções e ainda, tais metamorfoses repercutirem na literatura, enquanto expressão do ser para o criar. Baseado nisso, o presente estudo questiona como as possíveis representações de morte, em uma trama literária, repercutem em seus personagens e na sua construção de sentido? Em qual lugar ou construto teórico a morte, o personagem e o ser possuem significado? Para tanto, objetivou-se realizar uma análise crítica acerca das representações de morte na textura da obra A Hora da Estrela de Clarice Lispector, contemplando a morte em sua pluralidade, por intermédio da sua dimensão filosófica, histórica e literária, a partir de contribuições de Martin Heidegger e a concepção ontológica de morte e a sua situação nomeada interdita por Phellipe Ariès.

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