Engenharia Ambiental e Sanitária

Engenharia Ambiental e Sanitária

CURSO DE ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA

Modalidade: Bacharelado
Formação: Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária
Nº. de Vagas anuais: 100
Turno de funcionamento: Noturno
Tempo de duração: 5 anos (10 períodos)
Regime de matrícula: Semestral
Ato Regulatório: Portaria de Autorização nº. 557, de 06 de junho de 2017
Carga horária total: 4120 horas
Limite mínimo de integralização: 8 semestres
Limite máximo de integralização: 12 semestres
Mensalidade: R$ 600,00*
*Valor para pagamento com desconto até o dia 15 do mês seguinte.

 

COORDENADOR DO CURSO

Prof. Emiliano Silva Costa

Formação: Graduação em Engenharia Ambiental pela Universidade de Uberaba – UNIUBE (2012), e Mestrado em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Uberlândia – UFU (2015).

Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4302999T0

 

GRADE CURRICULAR

 

DOCENTES DO CURSO

Docente Titulação Curriculum Lattes
Alan Reis Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4308134H2
Alexandre Adriano Arroteia Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4791911P8
Carolina Angélica Ghelli Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8158291A1
Guilherme Marcos Ghelli Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4262682H6
Hélio Cardoso Martim Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4453654U4
Jaqueline Vicente Matsuoka Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4762158T6
José Pinheiro R. da Costa Especialista http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8684587D1
Kevin Reiny Rocha Mota Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4499891T7
Marilda Sena Pereira Zuza Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4746324Z3
Mário Roberto Filho Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4267263Z0
Mônica Diene R. de Oliveira Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4705475E8
Paulo Victor Antônio Chaves Mestrando http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4386462H5
Rafael Fernandes Garcia Mestrando http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8106314P6
Ricardo Fonseca de Oliveira Mestrando http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8311084H4
Yuri Cardoso Mendes Mestre http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K8142567A8

 

SOBRE O CURSO

Mercado de Trabalho

O mercado de trabalho do Engenheiro Ambiental está situado tanto no setor privado quanto no setor público, sendo que neste, pode atuar nas três esferas do poder (federal, estadual e municipal).

Os discentes em Engenharia Ambiental terão, ao final da graduação, um vasto campo de trabalho. Sua atuação principal será a de prever, evitar e mitigar possíveis impactos ambientais oriundos das atividades desenvolvidas pelos seres humanos, como também aquelas decorrentes de desastres naturais como enchentes, escorregamentos de terra, erosões, dentre outros.

O enfoque da profissão nos diversos setores econômicos está no planejamento, projeção, execução, acompanhamento e monitoramento de atividades voltadas para:

Área de Gestão Ambiental

  • Desenvolvimento, acompanhamento e fiscalização de planos de gestão ambiental territorial, incluindo o zoneamento geoambiental regional, a gestão de bacias hidrográficas, o planejamento do uso e ocupação do território, gestão de recursos hídricos, gestão de unidades de conservação, dentre outros.
  • Adequação das atividades e empresas às legislações ambientais vigentes,
  • Gerenciamento de resíduos sólidos diversos,
  • Avaliação de impactos ambientais,
  • Proposição de medidas mitigadoras de controle de poluição e medidas compensatórias,
  • Elaboração e implementação de planos, programas e projetos voltados para a Educação Ambiental,
  • Planejamento e implantação de sistemas de gestão ambiental (SGA)
  • Planejamento e implantação de sistemas de certificação ambiental (industrial, agrossilvopastoris e para setores de prestação de serviços dentre outros),
  • Desenvolvimento, acompanhamento e fiscalização de planos de gestão ambiental de empreendimentos, incluindo a normatização e certificação ambiental, a avaliação do ciclo de vida e rotulagem de produtos; os estudos de análise de risco, a avaliação do desempenho ambiental e o monitoramento ambiental.
  • Formação, orientação, capacitação e treinamento de profissionais que desenvolvem atividades relacionadas ao meio ambiente.
  • Elaboração, avaliação e acompanhamento de planos emergenciais de empreendimentos e de defesa pública.

Área de Auditoria Ambiental

  • Investigação de passivos ambientais.
  • Perícia e relato de acidentes ambientais.
  • Auditorias de certificação ambiental.
  • Auditorias de conformidade legal.

Área de Licenciamento Ambiental

  • Acompanhamento de processos de licenciamento ambiental de empreendimentos e Obras.
  • Elaboração de estudos para controle de poluição atmosférica, hídrica e do solo, prevenção dos impactos na fauna e flora,
  • Elaboração, análise e avaliação de estudos associados ao licenciamento ambiental (EIA/RIMA , RCA, PCA, RADA, EIV, entre outros).
  • Previsão e análise de impactos gerados por empreendimentos.
  • Proposição, acompanhamento e fiscalização de medidas mitigadoras e compensatórias de impactos ambientais.
  • Proposição de planos de monitoramento ambiental e análise de desempenho ambiental.

Área de Sistemas de Tratamento de Efluentes

  • Avaliação e fiscalização de sistemas de tratamento de efluentes líquidos, sólidos e gasosos.
  • Desenvolvimento de tecnologias e projetos de prevenção aos impactos ambientais e melhoria de eficiência energética e ambiental,
  • Elaboração, supervisão e acompanhamento de obras, Recuperação de Áreas Degradadas
  • Avaliação e quantificação de fontes poluidoras e de outras formas de degradação.
  • Avaliação e projeto de obras para remediação de áreas contaminadas.
  • Planos e ações de recuperação de áreas degradadas por processos de urbanização, mineração e outras atividades (erosão, assoreamento, movimentos de massa).
  • Gestão e remediação de áreas contaminadas.

Área de Desenvolvimento Tecnológico

  • Desenvolvimento e avaliação de técnicas e métodos para solução de problemas ambientais.
  • Estudos de viabilidade técnica de reciclagem de resíduos sólidos,
  • Desenvolvimento de bioprocessos,
  • Desenvolvimento de tecnologias para melhorias dos processos industriais e também dos setores de prestação de serviços de modo a propor metas de redução de geração de resíduos sólidos, redução na emissão de poluentes atmosféricos

Planos e Programas diversos

  • Projetos e Planos de Saneamento Básico,
  • Projetos e planos de recuperação de solos e erosões,
  • Perícias Ambientais,
  • Planos de uso do solo,
  • Emissão de pareceres técnicos e projetos específicos na área ambiental,

No setor público, atua na avaliação de estudos referentes ao licenciamento de empreendimentos como exige a legislação ambiental, trabalhando em órgãos responsáveis pela sua aplicação, tais como as Secretarias Municipais de Meio Ambiente, Companhias e Agências Estatais, Órgãos Ambientais Estaduais e Federais, como, por exemplo, o IBAMA, Ministério do Meio Ambiente – MMA, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente de Minas Gerais (SEMAD/MG), Ministério Público. Atua também na fiscalização de empreendimentos poluidores e degradadores do meio ambiente.

 

Formas de acesso ao Curso:

  • Processo Seletivo de regime semestral;
  • Vestibular Agendado;
  • Transferência externa;
  • Portador de Diploma de Graduação;
  • Nota do ENEM para vagas remanescentes;
  • PROUNI / FIES.

 

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO

As formas de avaliação são normatizadas pelo Regimento Interno da Instituição:

CAPÍTULO VI

DA AVALIAÇÃO E DO DESEMPENHO ESCOLAR

 Art. 106. Para ser aprovado, o aluno, além de satisfazer às demais exigências legais e regimentais, deverá se submeter às avaliações nas épocas devidas.

Art. 107. O desempenho escolar é aferido, através de acompanhamento contínuo dos alunos e dos resultados por ele obtidos nas avaliações e trabalhos escolares.

  • 1º Compete ao professor da disciplina realizar as avaliações escolares sob a forma que estabelecer, respeitando os termos em estudo, bem como efetivar a avaliação nos termos da regulamentação interna.
  • 2º As avaliações escolares, no mínimo de duas (2) por semestre letivo, serão realizadas em datas fixadas em calendário escolar;

Art. 108. À verificação de aproveitamento será atribuída uma nota, expressa em grau numérico de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, que deverá ser transcrita até a primeira decimal sem arredondamento.

Parágrafo único: Atribuir-se á nota 0 (zero) ao aluno que deixar de submeter-se às avaliações nas datas fixadas, bem como ao que nelas se utilizar de meios fraudulentos.

Art. 109. Ao aluno que deixar de comparecer à verificação de desempenho escolar, por motivo justo, na data fixada, pode ser concedida prova substitutiva, mediante requerimento, respeitando-se as datas previstas no Calendário Escolar.

  • 1º As avaliações substitutivas serão cobradas à parte conforme regulamento financeiro da Faculdade FACIHUS.
  • 2º Fica vedada a concessão de prova substitutiva para substituição de nota.
  • 3º A avaliação substitutiva aplica-se a provas realizadas na Faculdade FACIHUS, aos sábados, não se aplicando a trabalhos a serem efetuados.

Art. 110. Será aprovado o aluno que tiver média igual ou superior a 60 (sessenta) pontos e será reprovado o aluno que tiver média inferior.

Art. 111. O aluno que obtiver média inferior a 60 (sessenta) pontos e, igual ou superior a 40 (quarenta) pontos, nas provas e trabalhos do período letivo, poderá se submeter a uma prova final.

Parágrafo único: Nesta prova final o aluno para ser aprovado na disciplina deverá obter a quantidade de 60 (sessenta) pontos.  Não sendo aprovado na prova final, considerar-se-á a média maior.

Art. 112. O aluno tem o direito de solicitar a revisão de provas no prazo máximo de 48 horas da divulgação do resultado pelo professor.

Art. 113. Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos demonstrados por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração dos seus cursos, de acordo com as normas legais do sistema de ensino.

Art. 114. Caso o aluno venha a abandonar o curso, será permitida a sua reintegração, mediante a aprovação da Diretoria, seguida do pagamento das matrículas e mensalidades pendentes.

Art. 115. O percentual de frequência mínima às aulas e demais atividades escolares é de 75% (setenta e cinco) por cento, e se obtiver, em cada matéria, média igual ou superior a 60 (sessenta) pontos nos trabalhos e provas do período letivo, o aluno será aprovado. Diferente disso, será reprovado.

Art. 116. A frequência dos alunos às aulas e demais atividades é obrigatória, sendo vedado o abono de faltas, e esta será apurada através de Diário de Classe disponibilizado on-line pela Secretaria Geral, no início do período letivo.

  • 1º – Independentemente dos demais resultados obtidos, será considerado reprovado na disciplina, o aluno que não obtenha frequência de, no mínimo, 75% das aulas e demais atividades.

Art. 117. A verificação e registro de frequência é obrigação e responsabilidade do professor, e seu controle, da Secretaria Geral.

 

ESTÁGIO / TCC

Estágio Curricular Supervisionado

 O estágio supervisionado para a prática profissional é um conjunto de atividades de formação, programados e diretamente supervisionados por membros do corpo docente do curso e procuram assegurar a consolidação e articulação dos conhecimentos adquiridos nas disciplinas do curso. O estágio supervisionado pode ser curricular ou extra-curricular. Ele visa assegurar o contato do estudante com situações, contextos e instituições, permitindo que conhecimentos, habilidades e atitudes adquiridas ao longo do curso se concretizem em ações profissionais, sendo recomendável que estas atividades ocorram do meio para o fim do curso.

O estágio pode ser realizado pelo aluno na subárea de formação ao qual o mesmo esteja engajado. Além disso, também será função do perfil selecionado pelo discente para seguir seu aprendizado. No estágio, o aluno aprofunda o aprendizado e a vivência no exercício da profissão, sempre sob a orientação de um docente. O docente poderá ser indicado pela Coordenação do curso e a escolha deve obedecer a sua área de atuação profissional. Entretanto, o aluno pode sugerir o professor por quem ele quer ser orientado e a coordenação, caso não haja problemas de choque de carga horária, deve acatar esta solicitação. O estágio supervisionado é obrigatório e tem carga horária mínima de 160 horas e para realizá-lo, o aluno deverá se matricular na disciplina de mesmo nome. A disciplina tem por função acompanhar o desenvolvimento dos relatórios parciais que terão por função servir de base para elaboração do Relatório Final de Estágio. Este relatório é que será avaliado pelo Orientador e ao qual será atribuída a nota final do estágio/disciplina. Todas estas diretrizes estão dispostas no Manual de Estágio, entregue ao aluno pelo seu Orientador no momento de sua matrícula na disciplina. As regras e critérios para matricula e efetivação do estágio supervisionado estão descritas no ‘MANUAL DE ESTÁGIO DA FACIHUS’, anexado no final do projeto (PPC).

 

Trabalho de Conclusão de Curso

Conforme Parágrafo Único do Art. 7º das Diretrizes Curriculares, Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, “É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e integração de conhecimento“. No Curso de Engenharia Ambiental da FACIHUS, o Trabalho Final de Curso poderá constituir-se num estudo de caso, numa análise de intervenção em uma determinada tarefa, ou em rotinas de trabalho nas quais esteja o aluno envolvido. Este também pode apresentar-se sob a forma de uma pesquisa de caráter teórico, com ou sem etapa de campo.

A disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é ministrada nos dois últimos semestres do curso, e têm como objetivo preparar o aluno para desenvolver um trabalho científico desde o seu planejamento, implementação, determinação dos resultados até a elaboração de um artigo que documenta todo o percurso realizado.

O desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso deve estar objetivamente ligado ao problema a ser resolvido. Durante dois semestres, o aluno deverá realizar onze tarefas durante o seu trabalho de conclusão de curso:

Tarefa /Atividades

I Leitura do Material Didático. Escolha do tema da pesquisa, definição do problema a ser resolvido e o foco da abordagem considerada com a especificação de sua extensão e profundidade.

II Histórico do problema. Objetivos e justificativa. Levantamento bibliográfico. Fichamento da Bibliografia básica. Esboço da primeira seção do artigo científico (Introdução).

III Marco teórico do problema. Especificação dos métodos e técnicas utilizados para o desenvolvimento da pesquisa. Identificação das ferramentas computacionais, estatísticas e experimentais que darão suporte à resolução do problema. Coleta de dados ou especificação do sistema a desenvolver. Esboço da segunda seção do artigo científico.

IV Análise dos dados ou finalização da especificação do trabalho em desenvolvimento. Elaboração preliminar dos códigos computacionais, métodos estatísticos e planejamento de experimentos. Apresentação preliminar do artigo científico com a inserção do material já produzido e delineamento de suas seções e subseções.

V Entrega do Portfólio.

VI Conjunto de programas e/ou experimentos que solucionam o problema. Elaboração da seção do artigo que trata dos fundamentos teóricos que embasa a pesquisa.

VII Testes computacionais finais e/ou laboratoriais. Obtenção dos resultados. Versão atualizada do artigo.

VIII Análise dos resultados. Conclusões e recomendações. Versão atualizada do artigo.

IX Revisão de linguagem do artigo.

X Apresentação oral no Seminário de Apresentação dos Trabalhos de TCC

XI Entrega da versão final do artigo científico (cópia digital em CD) após atendimento das sugestões da banca de TCC.

São utilizados no processo de avaliação do TCC os seguintes documentos:

Portfólio: construído pelo aluno durante o curso para colecionar todo o material produzido e o fichamento do material consultado. O portfólio pode ser utilizado pelo aluno como fonte de consulta, reflexão sobre sua capacidade de organização, sobre sua atuação no curso e sobre o processo evolutivo de aprendizagem. O orientador pode solicitar a apresentação do portfólio nas sessões de orientação para acompanhar o desempenho, interesse e seriedade do aluno na condução de seu projeto.

Tarefas: o aluno deve cumprir as tarefas propostas pelo orientador-coordenador realizando-as sempre em tempo hábil à apreciação dos docentes para que sejam criticadas construtivamente, apresentando, se necessário, sugestões que possibilitem o aperfeiçoamento das mesmas. A entrega das tarefas, cuja pontualidade será avaliada, deve ser feita ao coordenador, que repassará aos orientadores.

Artigo Científico: é a apresentação formal de todo o desenvolvimento do projeto realizado. A versão definitiva deverá ser entregue ao final da disciplina TCC.

Seminário de Apresentação dos Trabalhos TCC: é o evento semestral que congrega alunos de TCC e outros interessados do curso, no qual os alunos apresentam oralmente o produto final do Trabalho de Conclusão de Curso para avaliação de uma Banca Examinadora. Com o objetivo de dar visibilidade aos trabalhos produzidos pelos graduandos e contribuir para a interação entre toda a comunidade do curso, a participação de todos os alunos tem motivação acadêmica. O evento possibilita mais um momento de aprendizagem, pois em se tratando de uma exposição de resultados de pesquisa, é fértil em ideias que motivam a proposição de novos trabalhos ou suscita a complementação dos mesmos. Ainda disponibiliza a aplicabilidade de conteúdos vistos no curso, além de revelar o aprofundamento destes conhecimentos ou temas inovadores. Os alunos que participam do seminário como ouvintes recebem certificados correspondendo a 1 (uma) h/a de atividade complementar por seção presenciada.

Sessões de Orientação: são observados o comprometimento do aluno na execução das tarefas estabelecidas, o seu amadurecimento no desenvolvimento do tema, sua capacidade proativa para buscar bibliografia complementar, além da pontualidade e da assiduidade.

Estão bem claros os objetivos do Trabalho de Conclusão de Curso e, nos parágrafos anteriores, foram oferecidas as diretrizes para atingi-los. Como o trabalho discente deve ser avaliado é prudente que esse processo se realize de maneira sistemática, envolvendo cada uma das fases de desenvolvimento do projeto. Por terem especificidades próprias é difícil estabelecer um conjunto de atividades que contemple a abordagem de todos os temas escolhidos. Na tentativa de uniformizar o processo foi criado um esquema de trabalho, que deve ser seguido, sempre que possível, pela dupla orientando/orientador. Entretanto, nas situações em que seja mais adequado substituí-lo por outro é esperado que as tarefas sejam constituídas de pelo menos duas ou três atividades diferentes para que a distribuição de pontos seja didaticamente correta.

A construção do artigo científico deve ser gradual e iniciada com a primeira tarefa. O texto é composto em dois eixos: horizontal e vertical. No eixo horizontal são definidos os tópicos a serem abordados e o eixo vertical contempla o aprofundamento da pesquisa realizada em cada um deles. O pesquisador adquire maturidade no período de vigência da pesquisa e, certamente, elementos horizontais e verticais já elaborados sofrem alterações à medida que seu conhecimento é ampliado. Entretanto, mudanças realizadas numa estrutura já organizada são consideravelmente mais produtivas em relação às habituais incertezas detectadas no início do trabalho.

 

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Estão presentes no curso e são aquelas que contribuem para a formação complementar profissional e cidadã do aluno, dada a sua flexibilidade e variedade de formas de oferta. São consideradas atividades complementares:

  • Participação nos projetos de Iniciação Científica;
  • Projetos de Extensão;
  • Monitorias;
  • Participação em eventos de caráter científico, cultural/profissional, desportivo;
  • Congressos, Seminários, Workshops, oficinas, palestras, feiras, visitas/viagens técnicas e orientadas;
  • Cursos de língua estrangeira;
  • Trabalhos voluntários etc., e outros de acordo com o Regulamento de Atividades Complementares.

 

‘Informações atualizadas em 07/03/2018